Japoneses Tunados exóticos


Quem assistiu a animação dos anos 80 Akira vai achar semelhança neste estilo. O termo japonês “Bosozoku” (”gangue corredora violenta”) é uma subcultura associada com gangues de moto. Inicialmente, apenas membros de gangues modificavam os carros neste estilo, que iam desde body-kits exagerados até saídas de escapamento em 90º de 2m de comprimento. Depois de algum tempo, muita gente – que não tinha nada a ver com gangues – adotou o estilo que, de tão difundido, apareceram algumas sub-divisões, como:

Shakotan - O estilo mais discreto de todos, literalmente quer dizer ‘carro baixo’. Como outras características, utiliza spoilers, aerofólios, enormes saídas de escapamento e rodas largas com pneus extremamente finos (Ex.: pneus 165/45R15 e rodas 15×8”).

Yanky - Praticamente igual ao Shakotan, com exceção de que usa combinação de cores como das camisas havaianas dos anos 70 e 80. Outra característica é o uso de para-lamas alargados.

Vip Style - São carros luxuosos principalmente dos anos 90 como Toyota Celsior e Majesta, Nissan Cima e President e alguns Lexus. Extremamente baixos, usam saídas de escapamento com grande diâmetro e rodas grandes e largas com pneus estreitos. Mas o que realmente chama atenção é a cambagem negativa – aquela em que a parte inferior das rodas fica mais distante que a parte superior.

Kyusha - A tradução é ‘carro antigo japonês’, mas a expressão é usada para este estilo sutil, que inclui rodas largas com pneus um pouco mais estreitos que o recomendado, para-lamas levemente alargados e, claro, rebaixados.

Grachan - Foi inspirado nos campeonatos do circuito Fuji dos anos 70 e 80. Os carros usam kits aerodinâmicos exagerados – apesar deserem funcionais nos modelos de competição. São rebaixados, não usam nenhum tipo de película nos vidros e são escolhidos, obrigatoriamente, modelos esportivos.

Bosozoku - Lembram do Delorean do filme de volta para o futuro? É ainda mais futurista e exagerado. Usam spoilers dianteiros, aerofólios traseiros e para-lamas monstruosamente exagerados. A intenção aqui é justamente chamar a atenção, desde o kit aerodinâmico até as combinações de cores. Costumam usar vincos retos e bem definidos, algo que remete aos robôs de séries japonesas dos anos 80. Os escapamentos são um destaque a parte: Alguns carros usam 1 cano para cada cilindro, ângulos retos – que é péssimo para o fluxo dos gases – e comprimento exagerado. É um estilo basicamente estético, muitos carros sequer tem algum preparação de motor. Confiram algumas imagens deste curioso estilo:

bungee jump Fail

Assista ao vídeo do acidente aqui

Para os médicos foi um milagre. Rishi Baveja não quer discordar. O tailândes decidiu realizar um sonho radical: saltar de bungee jump em um lago de Phuket (Tailândia). Coração a mil, lá foi ele, a 55 metros de altura. Só que, no meio da jornada, a corda elástica arrebentou e Rishi foi lançado a cerca de 130 quilômetros por hora contra a superfície do lago. A "brincadeira" custou o equivalente a 140 reais.

Felizmente, Rishi conseguiu direcionar todo o impacto à região do peito, preservando a cabeça.

O tailândes perdeu o baço, teve o fígado perfurado e os pulmões quase deixaram de funcionar. Os cirurgiões compararam os danos sofridos por Rishi aos de um grave acidente automobilístico.

Depois de um mês em um hospital de Bangcoc, ele recebeu alta. Mas você acha que ele desistiu de esportes radicais? Negativo! Rish já está planejando saltar com para-quedas.

Salve o Planeta!

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(Boxe de Macho)Tailandeses lutam boxe com cobra venenosa
'Boxeador' desfere socos na cobra enquanto ela está em posição de bote.
Brincadeira perigosa é praticada por moradores de uma vila na Tailândia.

Moradores de uma vila no norte da Tailândia têm praticado uma nova modalidade de boxe, mas muito perigosa. Segundo a agência “Associated Press”, eles enfrentam em um tablado uma cobra-rei (veja o vídeo), uma das mais venenosas do mundo. O boxeador encara a cobra frente a frente e desfere socos em seu corpo enquanto o réptil está em posição de dar o bote.

Foto: AP


Cientistas encontram mais antigo ancestral humano na Etiópia
'Ardipithecus ramidus' viveu há 4,4 milhões de anos.
Macacos e homens tiveram evolução distinta há muito mais tempo.

Science/Reprodução

O crânio e a mandíbula do Ardipithecus ramidus; animal foi descrito como o mais antigo ancestral do homem (Foto: Reprodução/Science)

Science/Reprodução

'Science' dedicou uma edição especial aos artigos que detalham e comentam a descoberta (AAAS/Science)

A família que resultou no que chamamos humanidade está 1 milhão de anos mais velha. Cientistas descobriram um ancestral dos homens atuais de 4,4 milhões de anos. O Ardipithecus ramidus (ou apenas “Ardi”, como é carinhosamente chamado) foi descrito minuciosamente por uma equipe internacional de cientistas, que divulgou a descoberta em uma edição especial da revista “Science” desta semana.

O espécime analisado, uma fêmea, vivia onde hoje é a Etiópia 1 milhão de anos antes do nascimento de Lucy (estudado por muito tempo como o mais antigo esqueleto de ancestral humano).


“Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana”, disse o antropólogo C. Owen Lovejoy, da Universidade Estadual de Kent. Em vez de sugerir que os seres humanos evoluíram de uma criatura similar ao chimpanzé, a nova descoberta fornece evidências de que os chimpanzés e os humanos evoluíram de um ancestral comum, há muito tempo. Cada espécie, porém, tomou caminhos distintos na linha evolutiva.


'Ardipithecus ramidus' significa 'raiz dos macacos terrestres'


"Este não é o ancestral comum, mas é o mais próximo que chegamos", disse Tim White, diretor do Centro de Evolução Humana da Universidade da Califórnia, em Berkeley. Os humanos atuais e os macacos modernos provavelmente tiveram um ancestral comum entre 6 milhões e 7 milhões de anos atrás.

  • Aspas

    Este velho esqueleto inverte o senso comum da evolução humana"

Ardi, porém, tem muitas características que não aparecem nos macacos africanos atuais, o que leva à conclusão de que os macacos evoluíram muito desde que nós dividimos o último ancestral comum.

O estudo de Ardi, em curso desde que os primeiros ossos foram descobertos, em 1994, indica que a espécie vivia nas florestas e que poderia subir em árvores. O desenvolvimento de seus braços e pernas, porém, indica que eles não passavam muito tempo nas árvores: eles podiam andar eretos, sobre duas pernas, quando estavam no chão.

"Esta é uma das descobertas mais importantes para o estudo da evolução humana", disse David Pilbeam, curador de paleoantropologia do Museu de Arqueologia e Etnologia de Harvard. "É relativamente completo, na medida em que ficaram preservadas a cabeça, as mãos, os pés e algumas outras partes importantes. Ele representa um gênero possivelmente ancestral dos Australopithecus – que eram ancestrais do nosso gênero Homo", disse Pilbeam, que não fez parte das equipas de investigação.

  • Aspas

    Quando você olha da cabeça aos pés, vê uma criatura que não é nem chimpanzé, nem é humano"

Os cientistas montaram o esqueleto do Ardipithecus ramidus (que significa “raiz dos macacos terrestres) com 125 peças do esqueleto encontradas.

Lucy, também encontrada na África, prosperou um milhão de anos após Ardi e foi um dos Australopithecus mais semelhantes aos humanos.

"No Ardipithecus temos uma forma não especializada que não evoluiu muito em direção aos Australopithecus. Então, quando você olha da cabeça aos pés, você vê uma criatura que não é nem chimpanzé, nem é humano. É Ardipithecus", disse White.

  • Aspas

    Darwin disse que temos de ter muito cuidado. A única maneira de sabermos como este último ancestral comum se parecia é encontrando-o"

O pesquisador lembrou que Charles Darwin, cujas pesquisas no século 19 abriram o caminho para a ciência da evolução, foi cauteloso sobre o último ancestral comum entre humanos e macacos. "Darwin disse que temos de ter muito cuidado. A única maneira de sabermos como este último ancestral comum se parecia é encontrando-o”, afirmou White. “Em 4,4 milhões de anos, encontramos algo muito próximo a ele."

a/a

Ilustração indica como seria a espécime encontrada na Etiópia (Foto:Reprodução/Reuters)

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